A vila era diferente da outra que eu estava, olho para traz vejo uma enorme cadeia de montanhas, a frente via um vilarejo feio pequeno e mau estruturado construido de qualquer jeito casas com madeiras velhas e podres em algumas casas ate mal pregadas, todas as casa de madeira tornando isso pior, porque todas as casas era medonhas sem tirar uma, prestando atenção no que tinha acabado de acontecer comigo veio um flash na minha mente com o velho senhor dizendo para mim quando você menos esperar o que você procura cairá sobre a sua cabeça. Será que esse é o lugar de que fui mandado para ajudar e difícil descobrir assim.
Segui em frente e fui em direção ao vilarejo procurei uma estalagem, nada, não havia nem taverna na cidade, dai fui em direção a primeira casa para ver se conseguia abrigo, bati na porta e nada, pensei comigo ainda não é tão tarde assim não deve ter ninguém, fui em direção a segunda, e me aconteceu a mesma coisa, será que a vila e fantasma? Tentei abrir a porta mas ela estava trancada por dentro, como pode uma cidade fantasma ter portas trancadas por dentro foi quando a porta se abriu e apareceu um senhor muito irritado me perguntando:
-O que você quer?!
-Perdão senhor é que...
-O que você quer rapaz? responda logo!
-Desculpa é que eu sou um forasteiro...
-Não gostamos de forasteiros!
e em seguida bateu a porta sem deixar eu terminar de me explicar, fiquei sem reação parado na frente da porta alguns segundos, depois que voltei em si fui para próxima porta para ver se possui gente nela com um pouco mais de educação mas me arrependi logo em seguida, bati na porta e uma senhora apareceu na frecha da porta e em seguida a bateu me deixando do lado de fora, sem reação a não ser a tristeza fui para um canto de uma casa onde havia um barril em que eu pude me sentar e analisar minha situção triste, daí pensei "se eu voltar pelo mesmo caminho?" Me levantei e fui seguindo em linha reta devolta pelo caminho mas quando entrei brumas a dentro sai novamente no mesmo lugar, como pode? Eu segui reto e voltei no mesmo local? voltei para o mesmo barril e sentei já quase chorando, não por não ter onde durmir mas sim porque estava em um lugar estranho com pessoas estranhas e não ter nem o direito de sair desse lugar, quando a primeira lágrima desceu o mesmo senhor de antes apareceu de traz de uma casa e disse:
-Para com a palhaçada! O seu destino está aqui você tem que passar por isso!
-O que o senhor sabe?
-Não fuja do seu destino rapaz, e aprenda rápido tudo o que a vida tem para te ensinar porque você não tem muito tempo.
-Como assim senhor não estou entendendo?
O senhor abaixou a cabeça virou-se e segui para traz de uma casa, fui correndo mas pra variar não o encontrei, ele sempre some do nada.
Como assim? Destino passar por isso? É tudo tão complicado ele fala como se soubesse de tudo e ficasse de fora assistindo, se ele ta falando isso tem uma solução, quando pensei nisso foi que eu percebi que de longe tinha uma casa depois de um pasto com um a luz acesa.
O diario de um paladino
"As vezes fazer o bem não é tão facil como parece." -Duke de Tasfrai
Memórias
Aqui no blog você verá a história de um paladino que viveu situações tristes e complicadas em uma terra desconhecida com pessoas desconhecidas e longe de sua familia e amigos. Uma mistura de fantasia e situações que as vezes podemos nos deparar no dia a dia.
Preludio
Era uma tarde nublada de inverno no qual eu esta indo em direção a casa de Nobrun Cher, eu já havia passado pela Zavear, visto as tavernas encontrado com alguns amigos, e agora passava pelas planícies quando recebi um chamado de minha deusa:
-Duke de Tasfrai meu fiel paladino preciso de sua ajuda para uma obra maior, uma cidade um Sul precisa de sua ajuda. Siga direto ao sul que você à encontrará .
Dai pensei "e Nobrun infelizmente a visita ficara para depois", quando voltava já ao caminho pedido percebi que ela só tinha dito para ir ao sul não tinha especificado cidade ou região como eu ia saber que cidade era com isso percebi que mais uma vez eu iria ter que me virar sozinho em uma aventura, mas havia muitas cidades e regiões ao sul poderia ir alem do vales descendo a serra mas seria pior ainda, tenho que seguir ao sul sem pestanejar mas pra poder chegar no local devo contar com a minha intuição - que não e das melhores- para achar esse lugar. Andei por três dias descendo a serra até chegar no primeiro vilarejo Irinapugim, bem pequeno poucas casas de madeira trabalhadas a base de pedra, logo procurei um lugar para domir afinal já estava a quase uma semana sem dormir bem acomodado em uma cama, quando passava pela cidade muitos olhavam para mim desconfiados (normal do vilarejo todos eles eram assim) ate quando viam o símbolo de minha deusa no meu peito dai se acalmavam sabiam que ele era bondosa e para ter aquele símbolo não podia ser qualquer um (pensei que bom não vou ser tratado mal) quando cheguei na estalagem fui logo tomar meu banho, muito merecido depois dessa longa caminhada, também me alimentar afinal a comida tinha acabado um dia antes e eu estava com muita fome, não contava com o imprevisto de ser chamado para uma missão assim de ultima hora. Após o banho e de saciar a minha fome fui procurar saber se alguém conhecia algum lugar seguindo ao sul que precisasse de ajuda, e para perguntar sobre boatos nada melhor que uma taverna, quando lá cheguei vi que não ia adiantar em nada a taverna daquele lugar estava entregue as moscas literalmente, em uma canto havia um homem aparentemente bêbado e desmaiado e o taverneiro dormindo no balcão, mas mesmo assim entrei e fui falar com o taverneiro:
- Boa tarde nobre senhor?
Ele com uma cara um pouco assustada depois de ter acordado, responde.
- Sim boa tarde em que posso ajudar?
- Fui mandado para uma missão ao sul uma cidade precisando de ajuda, o senhor ouviu falar?
Ele fica um pouco triste provavelmente por imaginar que eu não iria consumir nada e sim por eu estar pedindo uma informação que ele também não pode me vender por exatamente não saber sobre, me reponde.
-Infelizmente não, pelo que eu saiba ao sul só existe a capital e nada alem disso e lá é bem seguro.
Ele fica meio sem graça e se desculpa .
- Olha não quero te menosprezar não tá.
- Não tem problema tudo bem eu entendi o que o senhor quis dizer.
Dai pensei mas se lá e seguro e não tem nada depois a minha ajuda não será tão precisa, logo depois de eu pensar isso o velho senhor meio gordo aparência de ter seus 40 e poucos anos se levanta entre as mosca do canto da taverna e me diz.
- Seu burro! A sua não é só em batalha!
Fiquei muito assustado, será que falei alto e nem percebi?
Daí ele se veio até mim e olhando bem nos meus olhos disse:
- Quando você menos esperar o que você procura cairá em sua cabeça.
Em seguida virou as costas e saiu da taverna, tanto eu quanto o taverneiro pasmos olhando pra porta, quando interrompi o silencio e perguntei para o taverneiro.
- O senhor o conhece?
- Eu nem sabia que ele estava ali rapaz.
Fui correndo para a porta para poder para-lo e conversar, mas quando eu sai percebi que ele havia sumido como se uma névoa havia sugado ele para dentro e em seguida se dissipado com ele junto também percebi que já havia anoitecido, voltei agradeci ao taverneiro lhe dei uma moeda de ouro e parti para estalagem, chegando lá fui direto para o meu quarto e fiquei pensando (como pode aquele senhor saber tanto) eu precisava falar com ele, segui em direção a janela para poder observar a lua e pensar sobre o assunto e percebi que o esse mesmo senhor estava sentado na praça, berrei por ele, que olhou para mim se levantou e começou a andar em direção contraria a estalagem (a direção sul), eu rapidamente sai correndo e desci ate a praça para poder falar com ele, que continuou andando ate descer sobre ele uma névoa realmente densa entrei névoa adentro atrás dele, fiquei assustado pois não via uma palmo a frente do nariz foi quando de repente sai dentro de uma vila.
-Duke de Tasfrai meu fiel paladino preciso de sua ajuda para uma obra maior, uma cidade um Sul precisa de sua ajuda. Siga direto ao sul que você à encontrará .
Dai pensei "e Nobrun infelizmente a visita ficara para depois", quando voltava já ao caminho pedido percebi que ela só tinha dito para ir ao sul não tinha especificado cidade ou região como eu ia saber que cidade era com isso percebi que mais uma vez eu iria ter que me virar sozinho em uma aventura, mas havia muitas cidades e regiões ao sul poderia ir alem do vales descendo a serra mas seria pior ainda, tenho que seguir ao sul sem pestanejar mas pra poder chegar no local devo contar com a minha intuição - que não e das melhores- para achar esse lugar. Andei por três dias descendo a serra até chegar no primeiro vilarejo Irinapugim, bem pequeno poucas casas de madeira trabalhadas a base de pedra, logo procurei um lugar para domir afinal já estava a quase uma semana sem dormir bem acomodado em uma cama, quando passava pela cidade muitos olhavam para mim desconfiados (normal do vilarejo todos eles eram assim) ate quando viam o símbolo de minha deusa no meu peito dai se acalmavam sabiam que ele era bondosa e para ter aquele símbolo não podia ser qualquer um (pensei que bom não vou ser tratado mal) quando cheguei na estalagem fui logo tomar meu banho, muito merecido depois dessa longa caminhada, também me alimentar afinal a comida tinha acabado um dia antes e eu estava com muita fome, não contava com o imprevisto de ser chamado para uma missão assim de ultima hora. Após o banho e de saciar a minha fome fui procurar saber se alguém conhecia algum lugar seguindo ao sul que precisasse de ajuda, e para perguntar sobre boatos nada melhor que uma taverna, quando lá cheguei vi que não ia adiantar em nada a taverna daquele lugar estava entregue as moscas literalmente, em uma canto havia um homem aparentemente bêbado e desmaiado e o taverneiro dormindo no balcão, mas mesmo assim entrei e fui falar com o taverneiro:
- Boa tarde nobre senhor?
Ele com uma cara um pouco assustada depois de ter acordado, responde.
- Sim boa tarde em que posso ajudar?
- Fui mandado para uma missão ao sul uma cidade precisando de ajuda, o senhor ouviu falar?
Ele fica um pouco triste provavelmente por imaginar que eu não iria consumir nada e sim por eu estar pedindo uma informação que ele também não pode me vender por exatamente não saber sobre, me reponde.
-Infelizmente não, pelo que eu saiba ao sul só existe a capital e nada alem disso e lá é bem seguro.
Ele fica meio sem graça e se desculpa .
- Olha não quero te menosprezar não tá.
- Não tem problema tudo bem eu entendi o que o senhor quis dizer.
Dai pensei mas se lá e seguro e não tem nada depois a minha ajuda não será tão precisa, logo depois de eu pensar isso o velho senhor meio gordo aparência de ter seus 40 e poucos anos se levanta entre as mosca do canto da taverna e me diz.
- Seu burro! A sua não é só em batalha!
Fiquei muito assustado, será que falei alto e nem percebi?
Daí ele se veio até mim e olhando bem nos meus olhos disse:
- Quando você menos esperar o que você procura cairá em sua cabeça.
Em seguida virou as costas e saiu da taverna, tanto eu quanto o taverneiro pasmos olhando pra porta, quando interrompi o silencio e perguntei para o taverneiro.
- O senhor o conhece?
- Eu nem sabia que ele estava ali rapaz.
Fui correndo para a porta para poder para-lo e conversar, mas quando eu sai percebi que ele havia sumido como se uma névoa havia sugado ele para dentro e em seguida se dissipado com ele junto também percebi que já havia anoitecido, voltei agradeci ao taverneiro lhe dei uma moeda de ouro e parti para estalagem, chegando lá fui direto para o meu quarto e fiquei pensando (como pode aquele senhor saber tanto) eu precisava falar com ele, segui em direção a janela para poder observar a lua e pensar sobre o assunto e percebi que o esse mesmo senhor estava sentado na praça, berrei por ele, que olhou para mim se levantou e começou a andar em direção contraria a estalagem (a direção sul), eu rapidamente sai correndo e desci ate a praça para poder falar com ele, que continuou andando ate descer sobre ele uma névoa realmente densa entrei névoa adentro atrás dele, fiquei assustado pois não via uma palmo a frente do nariz foi quando de repente sai dentro de uma vila.
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